Se a sua empresa já usa chatbot ou atendimento com IA, uma pergunta ronda 2026: vou virar irregular quando a lei de IA passar? Vale entender onde a coisa está — sem alarmismo — e o que dá para fazer desde já.
Em que pé está a lei
O PL 2338/2023, o Marco Legal da IA, foi aprovado no Senado em dezembro de 2024 e está na Câmara para votação final, com previsão para o fim de 2026. Ou seja: ainda não é lei — mas o texto já dá uma boa ideia do que vem por aí.
O que o texto propõe
O projeto segue o modelo europeu (AI Act): classifica os sistemas de IA por nível de risco (excessivo, alto, baixo), cria direitos para quem é afetado (transparência, explicação e contestação), institui um sistema nacional de governança de IA e prevê sanções que podem chegar a R$ 50 milhões.
O que provavelmente vai te afetar
Para quem usa IA no atendimento, o ponto mais provável é a transparência: deixar claro para o cliente que ele está falando com uma IA e oferecer um caminho para um humano quando fizer sentido. Nada disso deve inviabilizar o uso — só formaliza uma boa prática.
O que dá para fazer hoje
Não precisa esperar a lei passar. Divulgar o uso de IA, manter uma pessoa no circuito para casos sensíveis e registrar como o atendimento funciona já te deixa à frente — e é boa prática de qualquer forma.
Atendimento com IA que já nasce no padrão
Um atendimento automático bem-feito já é transparente por padrão: se identifica como IA e encaminha para um humano quando necessário. É assim que a Colibri implanta o Atendimento automático e os agentes de WhatsApp.
Leia também: Como colocar um agente de IA para atender a sua clínica no WhatsApp
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Fontes: PL 2338/2023 (Senado Federal) e cobertura especializada sobre o andamento na Câmara.

